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Nova opções terapêuticas inauguram “nova era” no tratamento da LLC

“Mapping the New Era in CLL Management: Precision Medicine and Patient Perspectives in Treatment-Naïve and Relapsed Disease” foi o título de uma sessão educacional, moderada pelo Prof. Doutor John G. Gribben, que decorreu no dia 4 de dezembro, no âmbito da 62nd ASH Annual Meeting and Exposition (ASH 2020).

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“As novas abordagens de tratamento mudaram completamente o prognóstico dos doentes com leucemia linfocítica crónica”

No rescaldo da sessão “A Map for the Changing Landscape of CLL”, integrada no programa do dia 5 de dezembro na ASH 2020, a Prof.ª Doutora Carolina Moreno, hematologista clínica no Hospital de la Santa Creu i Sant Pau, Barcelona, teve oportunidade de comentar, numa entrevista concedida à News Farma, as últimas novidades no tratamento da leucemia linfocítica crónica (LLC), dando destaque aos inibidores da BTK.

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O que revelam os dados de “vida real” com os inibidores de BTK?

A Dr.ª Cátia Gaspar, hematologista no Hospital CUF Descobertas, em Lisboa, confessa-se uma adepta da utilização dos inibidores da BTK, uma classe de fármacos que, na sua opinião, “alterou o paradigma do tratamento da leucemia linfocítica crónica (LLC)”, além de outras “doenças linfoproliferativas, como o linfoma do manto e a Macroglobulinémia de Waldenström (MW)”. A especialista revela que “ibrutinib (um inibidor da BTK de primeira geração), devido ao facto de ser “menos seletivo, tem uma atividade mais ampla” e, por isso, promove “a inibição de outras cinases além da BTK, expressas em múltiplas células e vias do organismo”. Como a ação deste fármaco não está limitada ao linfócito B damaged”, os estudos de “vida real” têm apresentado efeitos adversos off-target associados a ibrutinib. Alguns destes estudos de “vida real” com ibrutinib estiveram em destaque na reunião anual da ASH 2020, que decorreu de 5 a 8 de dezembro.

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Atualização dos resultados de segurança e eficácia de combinações triplas no tratamento da LLC

Na última edição da ASH 2020, foram apresentados estudos de combinação tripla com acalabrutinib, associado a dois outros agentes, no tratamento da leucemia linfocítica crónica. A Dr.ª Daniela Alves, hematologista no Centro Hospitalar e Universitário Lisboa Norte/Hospital de Santa Maria, comentou os resultados destes ensaios. 

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