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O que revelam os dados de “vida real” com os inibidores de BTK?

O que revelam os dados de “vida real” com os inibidores de BTK?

A Dr.ª Cátia Gaspar, hematologista no Hospital CUF Descobertas, em Lisboa, confessa-se uma adepta da utilização dos inibidores da BTK, uma classe de fármacos que, na sua opinião, “alterou o paradigma do tratamento da leucemia linfocítica crónica (LLC)”, além de outras “doenças linfoproliferativas, como o linfoma do manto e a Macroglobulinémia de Waldenström (MW)”. A especialista revela que “ibrutinib (um inibidor da BTK de primeira geração), devido ao facto de ser “menos seletivo, tem uma atividade mais ampla” e, por isso, promove “a inibição de outras cinases além da BTK, expressas em múltiplas células e vias do organismo”. Como a ação deste fármaco não está limitada ao linfócito B damaged”, os estudos de “vida real” têm apresentado efeitos adversos off-target associados a ibrutinib. Alguns destes estudos de “vida real” com ibrutinib estiveram em destaque na reunião anual da ASH 2020, que decorreu de 5 a 8 de dezembro.

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